ITC Vertebral

Desenvolvido no Brasil pelo ITC Vertebral (Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral), o método não-cirúrgico para tratar hérnia de disco e outras lesões da coluna, como lombalgia, cervicalgia, dor ciática, protrusão discal, espondilose, artrose etc. – intitulado Reconstrução Músculo-Articular da Coluna Vertebral – tem conquistado projeção em outros países. México, Inglaterra, Holanda, Portugal, Argentina, Chile e Venezuela recentemente solicitaram ao instituto palestras e cursos sobre este protocolo e estão em vias de instalar unidades do ITC Vertebral.

Criado em 2005 pelo fisioterapeuta cearense Helder Montenegro, presidente da Associação Brasileira de Reabilitação de Coluna – ABRC, reconhecido como um dos maiores especialistas em tratamento de coluna no Brasil, o ITC Vertebral iniciou suas atividades em Fortaleza (CE), tendo alcançado êxito no tratamento de 700 pacientes em apenas dois anos com a R.M.A. da Coluna Vertebral. De lá pra cá, o método ganhou visibilidade em todo o território nacional, expandindo suas operações para outras 28 cidades de todo o país, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte que já possuem mais de uma unidade nessas cidades. Os pacientes tratados já somam cerca de 3 mil.

Mesa de Tração Eletrônica

Pesquisas realizadas nos EUA mostram que técnicas de tração vêm sendo usadas com sucesso, durante anos, no tratamento das discopatias e doenças degenerativas da coluna vertebral.

Os equipamentos utilizados nos processos de tração evoluíram longe das rotinas de tratamento no Brasil por questões de custos e falta de informação científica sobre este assunto em nosso país.

Grandes fabricantes de equipamentos terapêuticos e cientistas americanos investiram seriamente em pesquisas durante décadas enquanto aprimoravam técnicas seguras e eficazes de utilizar a tração vertebral e seus benefícios.

A mesa possui um mecanismo de deslizamento com molas que controlam o atrito do paciente sobre a mesa e garante progressão segura, suave, confortável e precisa nos processos de aplicação e retirada de carga de tração.

Outros pontos positivos são as novas peças de apoio para os joelhos que facilitam a retificação da coluna lombar e as cintas de contato circunferenciais que são largas e flexíveis para promover um ajuste perfeito ao padrão corporal de cada paciente.

Ajustes de tempo, carga e tipo de tração (intermitente ou estática) e outras características do processo de tração são programados pelo fisioterapeuta e dependem de cada paciente e da patologia à ser tratada. Por isso esse equipamento possui uma unidade de tração automática, computadorizada que promove uma força descompressiva no eixo axial da coluna vertebral do paciente.

A TRITON DTS ainda oferece um a chave de controle que permite ao paciente desativar a tração eletrônica sem a ajuda do fisioterapeuta em caso de desconforto, reduzindo a carga gradativamente a zero.

Essa descompressão traz inúmeros benefícios como:

  • Aumento do espaço intervertebral alongando os músculos espinhais monoarticulares, melhora a mobilidade dos ligamentos e cápsulas das facetas articulares, causa um deslizamento dessas facetas (que têm 30% de responsabilidade nas compressões radiculares), alarga o forame intervertebral e retifica curvaturas espinhais.
  • Efeitos mecânicos – melhora da circulação local; diminuição da compressão das superfícies facetarias; diminuição da compressão sobre as raízes nervosas; alongamento mecânico do tecido retraído.
  • Efeitos neurofisiológicos – estimulação dos mecanoceptores e a inibição da proteção reflexa que diminui o desconforto dos músculos em contração.

Este equipamento possui uma unidade de tração automática, computadorizada que promove uma força descompressiva no eixo axial da coluna vertebral do paciente

Mesa de Flexão-descompressão

Nesta mesa, aplica-se uma força de descompressão associada à flexão da coluna vertebral exatamente no nível a ser tratado. Entre os efeitos desta técnica estão:

  • O espaço do disco posterior aumenta em altura;
  • A flexão diminui a protrusão do disco e reduz a estenose.
  • A flexão alonga o ligamento amarelo para reduzir a estenose;
  • A flexão abre o canal vertebral em 2mm (16%) ou 3,5 mm à 6mm;
  • A flexão aumenta o transporte de metabólitos para o disco;
  • A flexão abre as articulações apofisárias e reduz a tensão no disco posterior;
  • O núcleo pulposo não se move na flexão. A pressão intradisco cai sob a tração para baixo de 100mmHg. Na extensão o núcleo projeta-se posteriormente para o canal vertebral.
  • Abertura foraminais intervertebrais aumentam dando espaço para o nervo e gânglios da raiz dorsal.

A Ergostyle é capaz de ser regulada de acordo com a evolução do paciente, minimizando posturas dolorosas durante o tratamento.

Outra técnica oferecida pela mesa é o “Drop”. O Drop é uma técnica manipulativa pouco agressiva que usa a propriocepção como embasamento de funcionalidade.

Assista ao vídeo:
Tratamento para Hérnia de Disco sem cirurgia.

Veja mais em:
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